SÓ DUVIDO!


como-surgem-as-perolas


E aí, pessoal! Vamos bater um papo?
Eu duvido que vocês tenham percebido como as ostras são mais “espertas” que nós. 
Quando algum corpo estranho consegue “invadir” as ostras, elas, como mecanismo de defesa, envolvem esse corpo com uma substância chamada nácar e acabam formando PÉROLAS (para quem não sabe, pérolas são caríssimas).
Pois bem, e você? Quando alguma influência externa vem de fora e tenta te machucar, você é capaz de usar seu mecanismo de defesa, autocontrole, autoconhecimento, para tratá-lo e transformá-lo no “melhor” que há em você? 
Eu acredito que você é capaz. Pense nisso.
Se quiser conversar sobre isso ou amenidades, clique aqui e vamos bater um papo.
 
Um abraço!

NÃO LEIA, SE NÃO ESTIVER PREPARADO!


Design sem nome


E aí, pessoal. Vamos bater um papo? 
O título do post de hoje é um aviso. Peço que não continue lendo, se estiver despreparado.
Estava lendo, estudando, e me deparei com uma frase de Henri-Frédéric Amiel, que diz assim “O homem que não tem a vida interior é escravo do que o cerca”. 
A maioria das coisas que nos tocam hoje, seja de forma positiva ou negativa, diz mais sobre nós do que sobre os outros. 
Não estou te contando uma novidade, aposto que já ouviu isso antes. 
A questão é: Você consegue entender o que isso quer dizer? 
Nós precisamos assimilar o poder do autoconhecimento . 
Se você conhece a si mesmo:
1. Consegue entender o motivo pelo qual se permite ficar tão bravo(a) em situações que te exigem domínio próprio.
2. Sabe identificar o quanto do que você está ouvindo é mentira, ou verdade e, a partir daí, escolher o que vai sentir sobre isso. 
3. Controla suas atitudes e deixa de ficar refém de suas reações.
Então, pessoal, invista tempo se conhecendo, se namorando, flertando consigo. 
O seu interior é um Universo inteiro e completo. Explore-o e divirta-se. 
Se quiser conversar sobre isso ou amenidades, clique aqui. Será uma honra conhecê-los. 
Abraço!

OI, AMOR.


foto site


E aí, pessoal! Vamos bater um papo? 

Estamos vivendo tempos difíceis. Só essa semana ouvi mais de quatro relatos de pessoas dizendo que foram ofendidas em seu seio familiar. 
Não acredito que palavras, especialmente as minhas, possam mudar algo em sua casa, ou em seu círculo de amizades. Mas eu acredito que se nos esforçarmos um pouquinho, ou bastante, seremos capazes de nos lembrar o que nos fez amar e escolher as pessoas que estão a nossa volta. 
Não há nada que justifique a escassez do amor. 
Amar ao outro é um ato de loucura, é desafiar o seu autocontrole e abrir-se ao novo. O novo que nem sempre será agradável. 
Você já pensou o quão medíocre seria a sua vida se você não ousasse amar o desconhecido?
Por isso, tenho dois desafios para você hoje: 
1. Leia o post anterior para entender como reagir ao ver o outro. 
2. Pratique 5 atos de amor e gentileza a um desconhecido (um sorriso, um “bom dia”, um “oi, senhora”, um “como a lua está linda, notou?”, ou qualquer ato de transmissão do sentir).
Depois que fizer, clique aqui e me conte como foi. Se quiser conversar sobre isso ou amenidades, clique aqui e vamos bater um papo. 
Abraço!

APOSTO QUE VOCÊ NÃO ESTÁ CERTO


superando-preconceitos


E aí, pessoal!
Vamos bater um papo?
Eu acho que nunca pensamos sobre os limites que colocamos às pessoas que nos cercam.
Vivemos em uma sociedade que prega a tolerância, mas ainda não aprendemos a tolerar.
Estou falando de pré-conceito.
Ou melhor… pré-julgamento.
Quando olhamos para uma pessoa, fazemos uma leitura rápida sobre ela, de acordo com a visão que NÓS temos de mundo.
O grande problema é que as pessoas não são a nossa visão de mundo.
Mais ainda, o problema é que cada característica daquela pessoa que você julgou ter um motivo “X”, na verdade, veio de outro lugar, outra experiência.
Sabe o que eu tenho aprendido com isso?
Quando nós nos recusamos a tirar conclusões sobre a pessoa que não conhecemos, potencializamos nossas possibilidades de conhecer um universo inteiro, maravilhoso e surpreendente. 
Se abra para o mundo. 
Se quiser bater um papo sobre isso ou amenidades, clique aqui e vamos bater um papo. 
Abraço!

EU MORO AQUI


70f70cde50249a3bf527a1496ae29195


E aí, pessoal!
Vamos bater um papo?
Vocês não fazem ideia de como está corrido por aqui. Espero que aí também esteja. 
Vamos direto ao assunto!
Nesse mundo agitado, a gente aprende que é extremamente importante estarmos conectados e nos comunicando o tempo todo. Só nos esqueceram de nos contar que quanto maior o contato que você tem com as pessoas, maior deve ser a sua capacidade de exercitar sua inteligência emocional. 
Nós erramos todos os dias. Os outros também. 
Nós acertamos todos os dias. Os outros também. 
Nós falamos coisas que machucam os outros, mesmo sem querer. Os outros também.
Nós temos dias ruins. Os outros também.
Nós temos dias bons. Os outros também. 
Você consegue perceber que a convivência com as pessoas é um contato emocional extremamente relevante e rico? 
Então, mas é necessário determinar o limite da influência das pessoas sobre nós. O limite da influência dos acontecimentos diários em nossas emoções. 
Às vezes precisamos respirar e dizer ao nosso coração ” eu vivo lá fora, mas eu moro aqui. Eu sei quem eu sou e o que sou capaz de fazer”. 
 
Se quiserem conversar sobre isso ou amenidades, clique aqui e vamos bater um papo! 
Um abraço.

RECORDO O MÊS AMARELO PARA EVITAR DIAS CINZAS.


Horizons.png

 


E aí, pessoal! Vamos bater um papo sobre suicídio?
Acho interessante que você tenha chegado até aqui, mas hoje esse post é direcionado a pessoas específicas. 
Eu acredito que a maioria das pessoas que chegam a se suicidar, ou tentam, procuraram ajuda antes, de alguma forma. E é com você que eu quero falar. 
Eu tive uma experiência próxima com o suicídio, embora muitos não saibam.
 
O incrível é que, em momento algum, eu quis morrer. Eu queria apenas, tão somente, cessar a minha dor e o vazio que estava sob meus pés.
Vocês já se sentiram sem motivos para continuar? Sem esperança e com muita dor? Eu me sentia assim.
 
Hoje eu estou aqui escrevendo para te dizer que HÁ SAÍDA. Esse ano faz 32 anos que sou uma sobrevivente. Consigo sorrir, viver, e amar minha vida.
Infelizmente, nem todas as histórias que começam como a minha terminam como a minha. 
Segundo dados publicados pelo site da Organização Pan-Americana e Organização Mundial da Saúde, a cada 40 segundos uma pessoa se suicida no mundo. (clique aqui para ler a matéria).
Eu sei que a dor não escolhe suas vítimas de acordo com o sexo, classe social, nível de intelectualidade, ela “simplesmente” acontece.
Mas eu também sei que podemos tirar forças, de onde não temos, e procurar ajuda. Às vezes para nós parece impossível uma solução, mas para quem está de fora, fica mais fácil ajudar. 
Essa dor vai passar e você vai ficar bem. 
Eu estou aqui, eu sobrevivi. Você também é capaz. 
 
Aqui está o link do Centro de Valorização da Vida, caso precise conversar:  https://www.cvv.org.br/
O número de telefone é: 188. 
 
É importante que você saiba que, geralmente, universidades também realizam atendimentos psicológicos. Se não tiver condições de procurar um profissional particular para conversar, tente buscar forças e ir a uma Universidade pedir orientações. 
 
Conte comigo. Se quiser conversar, clique aqui. Será uma honra te conhecer. 
 
Abraço!

HORA DE DESCOBRIR OS PÉS.


3-35


     

E aí, pessoal!  

Vocês já cobriram os pés na hora de dormir, por ter a impressão que, assim, o bicho papão não te pegaria? 

Já evitaram olhar para o escuro para não ver um monstro?  Quem nunca? 

Aos poucos a gente aprende que aquele bicho papão não existe e que a escuridão profunda não abriga o monstro que imaginamos. 

Mas sabe o que é mais interessante? Continuamos a repetir a mesma conduta em outras oportunidades. 

Temos um problema no trabalho e preferimos ignorar. Nosso relacionamento está horrível e preferimos não olhar para a escuridão. Estamos procrastinando na vida, mas, e daí? É melhor permanecer na comodidade da realidade que criamos para nós, ainda que ela não exista, que olhar para as dificuldades e enfrentar nossos medos. 

O problema, pessoal, é que o medo paralisa. Ele chega devagar, na forma sutil de “cautela”, e acaba nos tornando submissos às suas imposições. 

Está na hora de descobrir os pés e tomar as rédeas de seus sentimos, de sua vida! 

Se quiser conversar sobre isso ou amenidades, clique aqui e vamos bater um papo! 

Abraço!